terça-feira, dezembro 14, 2004

Dedo verde

Acho que todos já ouviram falar sobre ter o "dedo verdo". Ou ao menos leu, ou conhece, o livro O menino do dedo verde. Ou já viu o episodio de Coragem, o Cão covarde, no qual Eustacio briga com um espírito da natureza que insiste em dizer que ele não tem o dedo verde. Pra quê toda esta explicação? Simples, só pra dizer que eu não tenho o dedo verde.
E por que você se importaria? Eu não me incomodo muito. Mas acho isso estranho, no mínimo. Meus pais, minhas avós, muitos tios têm o dedo verde e fazem bom uso disso. Mas eu sou a ovelha negra da família (béééééééééééé!)
Não é por falta de tentativa não. Eu já tive algumas violetas, rosinhas, cactus, alecrim, mas todos tiveram o mesmo destino trágico em direção ao além. Até o cactus! Que negação. Eu gostaria de ter mais paciência e gosto por lidar com a terra, com as plantas. Gostaria de ter uma hortinha com boldo, hortelã, manjericão, alcrim, etc e tal. Acho isso o máximo, ter umas folhinhas fresquinahs para um chá, uma comidinha, ou por no suco (hortelã com abacaxi é show). Mas eu acho melhor deixar estes meus planos de feiticeira (pelo menos este setor) para a próxima vida, porque nessa está dificil.
Estou empreendendo minha última empreitada, erva-de-gato. É um preparado com algumas ervas, que eu não consegui descobrir quais são, para gatos. Eu estava vendo a hora de Kiara ter uma indigestão com as samambaias de minha mãe. Vai que um dia ela resolve tentar uma comigo-ninguém-pode. Essa menina parece que não tem juízo. Não sei com quem ela aprende essas coisas. Entãto eu estou tentando não matar a plantinha, que brotou rapidinho. Só tenho de lembrar de regar dia sim dia não. Espero que eu consiga.