terça-feira, abril 20, 2010

Cohleita em três passos

Continuo na minha colheita. Uma coisa de cada vez, um projeto por momento. Ufa...

Fiquei semanas pensando em como faria esta carteira. Matutando como se prende a entretela com cola no tecido (a propósito, é só passar ferro quente, com a parte da cola virada para o avesso do tecido), em como faria as bordas. Como faria o acabamento. Se costuraria do avesso para desvirar ou se faria uma bainha para costurar direto o lado certo dos tecidos. Cheguei a pegar um molde na internet, mas não gostei muito e o fato de ser inglês dificultou mais do que imaginava.

No fim foi divertido e gratificante. Mesmo tendo ficado "charmosamente" torta ^_^.

1o passo: pedacinho de pano fofo;


2o passo: guarda dinheiro e cartão;

3o passso: guarda as 'nica'.

domingo, abril 04, 2010

Não ponha todos os seus ovos em uma única cesta. (Provérbio Russo)

No último post falei da bolsinha com forro de Matrioshkas e me atentei a uma estranha coincidência. Uma estranha referência russa.
Depois das Matrioshkas folheei (nossa, pra essa conjugação tive de perguntar ao tio google) um desses livros-enclopédias com a biografia e contexto social do Dostoievisk. O que me encantou foi a história de formação da Rússia, com os Godos, Ostrogodos e Visigodos, que não são a mesma coisa, nem é nome de queijo.
E agora comecei a ler Laranja Mecânica (Clockwork Orange), cujo dialeto das gangues o genialmente insano Burgees mesclou com o Russo, que aprendeu na juventude (é, só ele e o Marcelo Adnet).
Eu adoro essas pequenas coincidências, essas serendipidades (sério, o termo em inglês é muito mais bonito). Enfim no fim das contas é tudo por causa da aguinha (vodka). E pra quem não acredita clique aqui, mas essa versão é muito mais legal .
E pra quem quiser mais, curso de russo online.
Do svidaniya!

domingo, março 28, 2010

Colhemos aquilo que plantamos

E não é que os frutos começam a cehgar? Enfim, a máquina chegou e estou animada. Não a batizei, mas ela é meu bebê. Baby Sue... hehehe...


Na primeira semana já fiz uma bolsinha. Tinha um quadrado de tricô, cujo projeto eu simplesmente esqueci. Daí olhando e olhando e dobrando de um lado para o outro percebi que poderia fazer uma bolsinha carteira.




Achei o Eden do DIY (Do It Yourself), um armarinho com tudo. Neste momento vi que minha carência da Av. sete havia sido suprida. Juro que demora um pouco pra se adapatar e ter esses tipos de referência. "Onde posso gravar metal?" "Onde posso afiar alicate?" "Onde compro retalho de tecido, entretela, agulha de tricô circular?" "Ahn?!?!? o_O" É a resposta mais usual. Ou entao, "No Centro". Como se o Centro do Rio fosse pequenininho.

Achei uns retalhos lindos e me apaixonei por estas matrioshkas. Estão na moda, né? E então já tinha o forro fofo para mnha bolsa preta "clássica", se não fosse pela lã desfiada.
Mas estou gostando dos resultados. Meu segundo projeto é uma carteira de pano. Está quase, quase pronta.

segunda-feira, março 01, 2010

Colchas de Penélope

Bem, desde pequenininha eu faço coisas com a mão. Falando de artesanato mesmo, nada de mais. Fazia roupinhas pra bonecas e inventava fantasias com a roupa da vó. Minha mãe tinha uma máquina de costura singer, claro q eu não podia mexer. Não lembro dela fazendo roupas e sim coisas pra casa, almofadas, lençois eu acho. Imagino que de tanto encher o saco ganhei uma máquin de costura de brinquedo. Era linda, do Paraguy, vagabundinha e eu a amava!
Nessa época a sogra do meu pai me ensinou o básico do tricot. Lembro das tardes em Paquetá quebrando a cabeça com as agulhas que ela me deu. Tenho até hoje essas agulhas verdes de metal tamanho 3, que foram minhas primeiras. Não guardei nenhuma peça que tenha feito naquela época. Aliás, não lembro de ter feito nada concreto, só retalhos.
Um pouco depois, quando eu tinha uns 10 anos, a moça que trabalhava lé em casa me ensinou a fazer crochet. Lembro que só queria fazer coisinhas para as Barbies, roupas, lençois, etc. Ficava horas crochetando.
O crochet continuei fazendo depois dessa época. O tricot eu só recuperei há uns dois ou três anos atrás pesquisando em sites e blogs dicas e manuais para tricotar. Não foi tão difícil quanto eu imaginava e eu logo me encantei.
Essas manias/hobbies vão e vem. Dou uma parada, mas aí parece que minha mão começa a coçar e eu preciso ocupá-las pra dar uma paz a mente. Hehehe... Nunca faço projetos grandes, não tenho paciência, por isso faço faixas de cabelo, porta celulares, cachecois, saquinho pora-treco. Comprei mais algumas agulhas de crochet e outras de tricot pelo caminho. Já comprei até uma de madeira como da Doa Benta e uma circular, que ainda não tem projeto destinado.
Eu fiz um pequeno projeto que unia tricot e costura, meu primeiro e único até o momento: porta agulhas de tricot. Eu não tina máquina de costura, por isso levei para uma costureira fazer. Não ficou exatamente como queria, mas ficou muito bonito.
Eu sempre achei que comprar uma máquina de costura não era necessário, "só faço tricot e crochet, se precisar por tecido no meio procuro uma costureir profissional". Porém há um tempo tenho pensado em pojetos que foram descartads porque precisaria de um forro ou um acabamento em máquina. Acontece que  vontade está aumentando e hoje me peguei pesquisando na internet preços, modelos e marcas.  Até achar este maravilhoso blog  Superziper, com dicas ótimas sobre a comrpa de sua primeira máquina. Agora estou com uma fortíssima vontade de comprar uma, mas estou com receio. É um investimento bem maior (uma coisa é gastar R$ 12 numa agulha circular, outra R$ 200, numa máquina). Além disso ocupa espaço, algo escasso no meu quarto.
Oh, dúvida cruel!!!

sábado, janeiro 30, 2010

Zombies e tudo o mais

Realmente, eu acho que agora Zombie deixou de ser um tipo de filme de terror para ser um novo gênero.  Acabo de ver Zumbilândia (Zombiland, Ruben Fleischer, 2009) e achei o filme sensacional. Atrevo a dizer que Zumbilândia está para os filmes de Zombies assim como Pânico está para os filmes de terror. Esse lance das regras, foi uma super sacada. Pegar todos os clichês desses filmes e sacanear com eles. Ótimo. Só não entendi direito qual o lance com o Bill Murray.

As atuações estão ótimas também. Woody Harrelson (O Povo contra Larry Flint, Assassinos por natureza)convence como zombie-killer. O protagonista misantropo-geek (Jesse Einsenberg, apresentado a mim neste filme) que sobrevive ao apocalipse "zombástico" dá vontade de por no colo e ajudar. A bad girl (Emma Stone, irreconhecível em O roqueiro) ficando com o loser não convenceu muito não. Acho q foi mais por falta de opção. Mas que ela é linda isso ela é. E a Abigail (Breslin, Pequena Miss Sunshine, Três vezes amor, que não vi mas tenho loucura, A Ilha da Imaginação)? Nossa, reconheci logo de cara e adorei sua persongem.

Auges? Zombie-noiva, zombie-striper, 406, Hanna Montana discussion.